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"Casei na separação total de bens. Ele não leva nada."

Metade dessa frase é verdade. A outra metade custa caro.

Um guia de decisão sobre regime de bens, para quem vai casar ou formalizar união estável. 64 páginas, linguagem direta, atualizado até setembro de 2026.

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Capa do livro Antes do sim

O que quase todo mundo acredita

Essa frase é dita com uma confiança que impressiona. Em conversa de trabalho, em festa de família, em fila de cartório.

E ela está certa. Se estivermos falando de divórcio.

Na separação convencional de bens, se o casamento acabar em vida, cada um sai com o que é seu. É exatamente isso que as pessoas contratam quando escolhem esse regime, e é exatamente isso que acontece.

Mas se o casamento acabar por morte, a história é outra. Nesse mesmo regime, o cônjuge sobrevivente não é meeiro, mas é herdeiro. Ele concorre com os filhos sobre todo o patrimônio deixado pelo falecido. Todo. Inclusive aquele que o casal jurou, no cartório, que jamais se comunicaria.

Quem escolheu a separação total justamente para proteger o patrimônio dos filhos do primeiro casamento costuma descobrir isso no inventário. Ou seja: quando já não há nada a fazer.

Regime de bens não é uma regra. São duas.

Uma vale para o divórcio. A outra vale para a herança. Elas não são iguais, e em alguns regimes são quase opostas.

Quase todo mundo escolhe o regime pensando só na primeira.

E a segunda é a que costuma doer mais.

O problema real

Quinze minutos num balcão, entre o buffet e a prova do vestido

Ninguém explica o que aquilo significa. O cartório registra a escolha, não orienta sobre ela. E a maior parte dos casais brasileiros acaba em comunhão parcial não porque escolheu, mas porque não escolheu.

Na maioria dos casos, é uma decisão razoável. O problema é que ela precisa ser consciente, e quase nunca é.

Quando dá errado, dá errado assim:

A herança que veio do seu pai, e que você achava que era só sua, passa a ser metade do seu cônjuge.

A empresa que você construiu antes de casar entra na discussão do divórcio, com perícia e contador, e com o negócio parado no meio da briga.

O apartamento que você financiou sozinho antes do casamento gera direito de compensação que você não previu.

Os filhos do seu primeiro casamento dividem a herança com alguém que entrou na sua vida há três anos.

Nenhuma dessas situações é rara. Todas são evitáveis com a informação certa, no momento certo.

O que é o livro

Um guia de decisão, não um manual jurídico

"Antes do sim" não foi escrito para advogados. Ele parte de uma pergunta prática, que é "qual regime eu escolho", e entrega o mapa para você chegar à sua própria resposta sabendo o que está escolhendo.

01

Explica meação e herança de um jeito que você não vai esquecer, porque é a distinção que resolve tudo o que vem depois.

02

Percorre os cinco regimes com a mesma estrutura: como funciona durante a união, o que acontece no divórcio, o que acontece na sucessão, e para quem faz sentido.

03

Traz uma matriz que cruza nove perfis de casal com o regime que costuma servir a cada um, e com o cuidado adicional que cada perfil exige.

04

Detalha os sete cenários que mais geram problema na vida real: o empresário, a segunda união com filhos, a herança que está por vir, o imóvel financiado, a união estável.

05

Entrega o operacional que ninguém explica: onde se faz o pacto antenupcial, o que levar, quanto custa, quanto tempo leva, e o que fazer se você já casou e quer mudar.

O que ele não faz: não substitui orientação individualizada sobre o seu caso. Nenhum livro escrito para o público geral consegue fazer isso, e este diz isso na primeira página.

O que tem dentro

Dezesseis capítulos, em quatro partes

Parte I · Por que isso importa

  1. 01A frase que eu mais ouço
  2. 02Meação e herança: as duas contas
  3. 03O que é regime de bens

Parte II · Os cinco regimes

  1. 04Comunhão parcial de bens
  2. 05Comunhão universal de bens
  3. 06Separação convencional de bens
  4. 07Separação obrigatória de bens
  5. 08Participação final nos aquestos
  6. 09Quadro comparativo

Parte III · A sua escolha

  1. 10A matriz de decisão
  2. 11Os cenários que mais aparecem

Parte IV · Como fazer

  1. 12O pacto antenupcial na prática
  2. 13Já casei. Dá para mudar?
  3. 14Perguntas frequentes
  4. 15Checklist antes de ir ao cartório
  5. 16O que pode mudar: a reforma do Código Civil

Mais glossário e referências de legislação e jurisprudência. Sumário clicável e navegação por capítulos.

Por que a data importa

Escrito em 2026, e isso muda o conteúdo

O direito de família mudou nos últimos dois anos, e boa parte do que circula na internet está desatualizada.

A regra dos 70 anos deixou de ser uma imposição

Em fevereiro de 2024, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o regime de separação obrigatória para maiores de setenta anos pode ser afastado por escritura pública. Quem não souber disso continua sujeito à regra antiga sem precisar estar.

A Súmula 377 é citada errada com frequência

O livro explica o que ela diz de fato e o que o Superior Tribunal de Justiça acrescentou depois, e por que essa diferença decide processos.

Há uma reforma do Código Civil em tramitação

Ela pode retirar o cônjuge do rol de herdeiros necessários. Um capítulo inteiro explica o que isso mudaria, e o que não mudaria, se for aprovada.

Para quem é

E para quem não é

Este livro é para você se

  • Vai casar ou formalizar união estável e ainda não decidiu o regime.
  • Está em segunda união, com filhos de relacionamento anterior, e quer entender como proteger o que construiu.
  • Tem empresa, atividade com risco de dívida, ou patrimônio já formado.
  • Vai receber herança relevante.
  • Já é casado e quer entender o que assinou, ou avaliar se vale mudar.

Este livro não é para você se

  • Procura um parecer sobre o seu caso concreto. Para isso, procure um profissional.
  • Procura conteúdo técnico para advogados. A linguagem aqui é para quem não é da área.

A autora

Ana Lúcia Prado

É advogada e atua profissionalmente com direito de família e sucessões. Formou-se em Direito pela Universidade de Uberaba e é especialista em Direito Societário e Contratos Empresariais pela Universidade Federal de Uberlândia. Possui cursos de extensão em Planejamento Patrimonial e Sucessório, Direito Empresarial e Tributário.

Ao longo de anos acompanhando famílias em processos de divórcio, inventário e organização patrimonial, viu a mesma cena se repetir: pessoas descobrindo, tarde demais, o que a escolha feita no cartório significava de verdade.

Este livro nasceu dessa repetição. Foi escrito para ser lido antes, não depois.

Antes do sim

O guia de decisão sobre regime de bens

64
páginas
16
capítulos
PDF
com sumário clicável
2026
edição atualizada

R$ 97,00

ou em até 12x no cartão · acesso imediato após a confirmação

QUERO O LIVRO AGORA

A escritura de pacto antenupcial custa, em média, mais de R$ 600,00 em cartório. A discussão judicial de uma partilha mal resolvida custa muitas vezes isso. Este livro custa menos do que o jantar da comemoração do noivado.

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Sete dias para decidir

Se você ler e concluir que o livro não era para você, basta solicitar o reembolso em até sete dias. A devolução é integral, sem justificativa e sem burocracia.

É o direito de arrependimento previsto no Código de Defesa do Consumidor, e nós o cumprimos sem discussão.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar antes de comprar

Como recebo o livro?

Por e-mail, imediatamente após a confirmação do pagamento. O acesso também fica disponível na sua conta da plataforma.

É um livro impresso?

Não. É um livro digital em PDF, feito para leitura em tela, com sumário clicável e navegação por capítulos.

Preciso entender de direito para ler?

Não. Foi escrito para quem não é da área. Há um glossário ao final para os termos que não dá para evitar.

Serve para união estável?

Serve. O livro trata dos dois casos e tem uma seção específica sobre união estável, inclusive sobre o contrato de convivência.

Já sou casada. Ainda vale?

Vale. O Capítulo 13 trata da alteração de regime depois do casamento, e a Parte II explica exatamente o que se aplica ao regime que você já tem.

O livro substitui um advogado?

Não, e ele é explícito quanto a isso. O objetivo é que você chegue à conversa sabendo o que perguntar e o que está em jogo.

Por quanto tempo tenho acesso?

O arquivo é seu. Você baixa e fica com ele.

E se o direito mudar?

O livro indica expressamente os pontos em discussão e a data de fechamento do conteúdo. Atualizações da edição, quando houver, são enviadas a quem já comprou.

Uma palavra final

A conversa que não aconteceu

Depois de acompanhar muitos casos, cheguei a uma conclusão que não é jurídica: quase todo conflito patrimonial de família começa em uma conversa que não aconteceu.

Não em má-fé. Não em ganância. Em silêncio.

O regime de bens é, no fundo, um convite a essa conversa. Uma oportunidade formal, marcada, com data e hora no cartório, para que duas pessoas digam em voz alta o que esperam uma da outra em matéria patrimonial.

Aproveite. Escolher bem custa algumas horas e alguns reais. Escolher mal custa anos e, muitas vezes, a relação com quem você mais ama.

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