Metade dessa frase é verdade. A outra metade custa caro.
Um guia de decisão sobre regime de bens, para quem vai casar ou formalizar união estável. 64 páginas, linguagem direta, atualizado até setembro de 2026.
QUERO LER ANTES DE DECIDIR R$ 97,00Acesso imediato · 7 dias de garantia
O que quase todo mundo acredita
Essa frase é dita com uma confiança que impressiona. Em conversa de trabalho, em festa de família, em fila de cartório.
E ela está certa. Se estivermos falando de divórcio.
Na separação convencional de bens, se o casamento acabar em vida, cada um sai com o que é seu. É exatamente isso que as pessoas contratam quando escolhem esse regime, e é exatamente isso que acontece.
Mas se o casamento acabar por morte, a história é outra. Nesse mesmo regime, o cônjuge sobrevivente não é meeiro, mas é herdeiro. Ele concorre com os filhos sobre todo o patrimônio deixado pelo falecido. Todo. Inclusive aquele que o casal jurou, no cartório, que jamais se comunicaria.
Quem escolheu a separação total justamente para proteger o patrimônio dos filhos do primeiro casamento costuma descobrir isso no inventário. Ou seja: quando já não há nada a fazer.
Uma vale para o divórcio. A outra vale para a herança. Elas não são iguais, e em alguns regimes são quase opostas.
Quase todo mundo escolhe o regime pensando só na primeira.
E a segunda é a que costuma doer mais.
O problema real
Ninguém explica o que aquilo significa. O cartório registra a escolha, não orienta sobre ela. E a maior parte dos casais brasileiros acaba em comunhão parcial não porque escolheu, mas porque não escolheu.
Na maioria dos casos, é uma decisão razoável. O problema é que ela precisa ser consciente, e quase nunca é.
Quando dá errado, dá errado assim:
A herança que veio do seu pai, e que você achava que era só sua, passa a ser metade do seu cônjuge.
A empresa que você construiu antes de casar entra na discussão do divórcio, com perícia e contador, e com o negócio parado no meio da briga.
O apartamento que você financiou sozinho antes do casamento gera direito de compensação que você não previu.
Os filhos do seu primeiro casamento dividem a herança com alguém que entrou na sua vida há três anos.
Nenhuma dessas situações é rara. Todas são evitáveis com a informação certa, no momento certo.
O que é o livro
"Antes do sim" não foi escrito para advogados. Ele parte de uma pergunta prática, que é "qual regime eu escolho", e entrega o mapa para você chegar à sua própria resposta sabendo o que está escolhendo.
Explica meação e herança de um jeito que você não vai esquecer, porque é a distinção que resolve tudo o que vem depois.
Percorre os cinco regimes com a mesma estrutura: como funciona durante a união, o que acontece no divórcio, o que acontece na sucessão, e para quem faz sentido.
Traz uma matriz que cruza nove perfis de casal com o regime que costuma servir a cada um, e com o cuidado adicional que cada perfil exige.
Detalha os sete cenários que mais geram problema na vida real: o empresário, a segunda união com filhos, a herança que está por vir, o imóvel financiado, a união estável.
Entrega o operacional que ninguém explica: onde se faz o pacto antenupcial, o que levar, quanto custa, quanto tempo leva, e o que fazer se você já casou e quer mudar.
O que ele não faz: não substitui orientação individualizada sobre o seu caso. Nenhum livro escrito para o público geral consegue fazer isso, e este diz isso na primeira página.
O que tem dentro
Mais glossário e referências de legislação e jurisprudência. Sumário clicável e navegação por capítulos.
Por que a data importa
O direito de família mudou nos últimos dois anos, e boa parte do que circula na internet está desatualizada.
Em fevereiro de 2024, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o regime de separação obrigatória para maiores de setenta anos pode ser afastado por escritura pública. Quem não souber disso continua sujeito à regra antiga sem precisar estar.
O livro explica o que ela diz de fato e o que o Superior Tribunal de Justiça acrescentou depois, e por que essa diferença decide processos.
Ela pode retirar o cônjuge do rol de herdeiros necessários. Um capítulo inteiro explica o que isso mudaria, e o que não mudaria, se for aprovada.
Para quem é
A autora
O guia de decisão sobre regime de bens
R$ 97,00
ou em até 12x no cartão · acesso imediato após a confirmação
QUERO O LIVRO AGORAA escritura de pacto antenupcial custa, em média, mais de R$ 600,00 em cartório. A discussão judicial de uma partilha mal resolvida custa muitas vezes isso. Este livro custa menos do que o jantar da comemoração do noivado.
Se você ler e concluir que o livro não era para você, basta solicitar o reembolso em até sete dias. A devolução é integral, sem justificativa e sem burocracia.
É o direito de arrependimento previsto no Código de Defesa do Consumidor, e nós o cumprimos sem discussão.
Perguntas frequentes
Por e-mail, imediatamente após a confirmação do pagamento. O acesso também fica disponível na sua conta da plataforma.
Não. É um livro digital em PDF, feito para leitura em tela, com sumário clicável e navegação por capítulos.
Não. Foi escrito para quem não é da área. Há um glossário ao final para os termos que não dá para evitar.
Serve. O livro trata dos dois casos e tem uma seção específica sobre união estável, inclusive sobre o contrato de convivência.
Vale. O Capítulo 13 trata da alteração de regime depois do casamento, e a Parte II explica exatamente o que se aplica ao regime que você já tem.
Não, e ele é explícito quanto a isso. O objetivo é que você chegue à conversa sabendo o que perguntar e o que está em jogo.
O arquivo é seu. Você baixa e fica com ele.
O livro indica expressamente os pontos em discussão e a data de fechamento do conteúdo. Atualizações da edição, quando houver, são enviadas a quem já comprou.
Uma palavra final
Depois de acompanhar muitos casos, cheguei a uma conclusão que não é jurídica: quase todo conflito patrimonial de família começa em uma conversa que não aconteceu.
Não em má-fé. Não em ganância. Em silêncio.
O regime de bens é, no fundo, um convite a essa conversa. Uma oportunidade formal, marcada, com data e hora no cartório, para que duas pessoas digam em voz alta o que esperam uma da outra em matéria patrimonial.
Aproveite. Escolher bem custa algumas horas e alguns reais. Escolher mal custa anos e, muitas vezes, a relação com quem você mais ama.
QUERO LER ANTES DE DECIDIR R$ 97,00